Arquivo paraMarço, 2008

Por que comprei meu Celular – Introd. ao Design

Baseada nas teorias de Maslow e Frederick Hezberg, explicarei por quê quis comprar meu celular.

A teoria de Maslow, aplicada ao design, diz que um produto deve estar dentro de cinco categorias básicas, com a última em grau de importância no topo:

Criatividade;
Proficiência;
Usabilidade;
Confiabilidade;
Funcionalidade.

Baseada nessa pirâmide, posso explicar minha compra desta maneira:

Funcionalidade: Procurava um celular simples, sem câmera e sem mp3.

Confiabilidade: Queria um celular de flip, pois meu último celular era sem flip e o teclado estragava muito.

Usabilidade: Queria um celular de qualquer outra marca que não fosse Nokia, simplesmente porquê todos os meus celulares eram Nokia e eu queria variar.

Proficiência: Ele não precisaria possuir câmera e MP3.

Criatividade: Meu celular novo deveria ser pequeno, arredondado e preto.

Por esses motivos, escolhi comprar o modelo C260 da Samsung.

Web2.0

Texto da apresentação baseada no texto de Web 2.0, para a aula de Produção de Conteúdo.

Web 2.0 – Questão dos softwares em diferentes aplicativos.

A Web 2.0 – Nome pelo qual é chamada a ‘evolução’ da rede – tem vários princípios cujo objetivo geral é facilitar a experiência do usuário quando está conectado. Um desses princípios é o de um software que esteja não apenas no computador, mas que possa ser expandido para vários aplicativos ou plataformas, como por exemplo o Google Maps e o iTunes. Esses softwares funcionam de forma que o dispositivo móvel seja uma filial do computador, e que qualquer mudança no computador também ocorra no dispositivo móvel. O melhor exemplo disso é o iTunes com o iPod, onde você pode fazer qualquer mudança na sua playlist do iPod pelo computador, usando o iTunes.

História da Internet

A Internet, como muitas das tecnologias amplamente usadas nos dias de hoje, teve início durante a época da Guerra Fria, mais precisamente como resultado da corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética. Os soviéticos foram os primeiros a desenvolver uma tecnologia tão avançada a ponto de permitir que seres vivos fossem enviados ao espaço, fato que preocupou os americanos. Os Estados Unidos ainda usavam a mesma estratégia de posicionar suas cidades-chave em lugares distantes da costa para evitar ataques marítimos e por terra, mas nada garantiria a segurança dos centros americanos que por um acaso fossem atacados por céu. Assim sendo, começou-se a pensar na chamada “defesa inquebrável”. A ARPA foi criada para levar adiante esses estudos.

Centenas de cientistas foram convocados pela ARPA para ajudar nos estudos da Defesa Inquebrável, mas no mesmo instante surgiu um pequeno problema que seria a dor de cabeça durante muito tempo: O modo com que os cientistas poderiam compartilhar essas informações de modo rápido e seguro. Para resolver esse problema, A ARPA pensou da seguinte forma: Em vez da informação possuir um caminho único e vulnerável, ela deveria ser descentralizada, de forma que caso um centro de pesquisa fosse afetado a informação ainda teria vários caminhos até o destino final. Esse pensamento foi apoiado pelas teorias de J.C.R LickLider, do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), que tratava da existência de uma “Rede Galáxica”. Essas teorias foram o empurrão que faltava para a ARPA criar um sistema de envio de dados por computador interligando os centros de pesquisa, a chamada ARPANET.

A ARPANET se baseava num sistema de envio de dados quebrados em pequeninos pedaços de informação criptografados e embaralhados, fazendo com que caso um desses pacotes fosse interceptado, não fosse útil para o inimigo por não fornecer informações completas. A adoção desse sistema também tornou o envio de informações mais rápido por não enviar grandes blocos de dados de uma vez por linhas telefônicas inadequadas para esse uso. Com o tempo, esse sistema se tornou tão popular entre as universidades que passou a entrar em colapso. Então, foi ramificada, sendo que a ARPANET passou a ser usada exclusivamente para fins acadêmicos. No fim da década de 80 é criada a World Wide Web e uma década depois os primeiros navegadores, causando o grande boom da internet para as pessoas comuns.

Inovações Tecnológicas

Microcomputadores (mesmo!)
Baseados na nanotecnologia, são feitos computadores cada vez mais velozes e potentes. Um desses computadores seria inserido em um sistema como um relógio, seria projetado em qualquer tipo de material e possuiria sensores de movimento para determinar quando uma tecla estaria sendo apertada. Já existem tecnologias como essas, que fazem com que uma atendente virtual diga os preços de produtos selecionados no vidro da loja através do toque, e deverá se tornar mais popular á medida que a tecnologia for barateando. Esses mini computadors teriam capacidades superiores ás dos computadores comuns, e também possuiriam conexão wireless. Essa seria uma revolução, pois você estaria conectado o tempo todo, usando seu computador como se fosse um relógio e tendo acesso á ele em praticamente qualquer lugar.
Vídeo que mostra algo semelhante, adaptando a tecnologia de um Nintendo Wii:

Alexandre Wollner

Alexandre Wollner é considerado um dos maiores designers do Brasil. Entre as suas
influências estão:

Pietro Maria Bardi: Foi crítico, historiador, pesquisador e galerista. Veio para o Brasil após a segunda guerra e fundou a IAC/MASP. Organizou uma exposição retrospectiva de Max Bill com a juda de Alexandre Wollner.

Iac Masp: Foi idealizado por Bardi e dava acesso ás informações necessárias para o design. Wollner iniciou seus estudos lá.

Bauhaus: É uma das melhores universidades da Alemanha em Arquitetura e possui pólos de ensino de outras artes; O criador da escola de Ulm onde Wollner prosseguiu seus estudos se formou lá.

Flávio Motta: Desenhista, historiador, crítico e professor, também trabalhou no MASP e influenciou Wollner a misturar elementos diferentes na sua criação.

Aldemir Martins: Artista plástico que se dedicou aos temas brasileiros, influenciou Wollner a usar cores e formas mais ‘brasileiras’ em suas composições.

Sambonet: Foi professor de Alexandre no Instituto de Arte Contemporânea do MASP.

Paul Rand: Diretor de arte, escultor e designer, influenciou Wolner a manter um estilo limpo e simples.

Saul Steinberg:  Cartunista norte – americano, trabalhou no The New Yorker magazine e influenciou o senso político de
Wallner através do seu humor cartunista.

Grupo Ruptura: Composto por Anatol Wladyslaw, Leopoldo Haar, Lothar Charoux, Féjer, Geraldo de Barros, Luiz Sacilotto, e Waldemar Cordeiro. Féjer e Leopoldo Haar. O último a integrá-lo em 1950 é Wladyslaw, ex-aluno de Flexor. O grupo defendia a autonomia de pesquisa com base em princípios claros e universais e se rompe por volta de 1959. Geraldo de Barros foi parceiro de Alexandre Wollner na criação da FormInform, o primeiro escritório de design no país.

Max Bill: Foi pintor, escultor, arquiteto e designer gráfico. Estudou na Escola de Artes e Ofícios de Zurique e na Bauhaus. Foi convidado para a primeira Bienal de São Paulo e no mesmo ano fundou a escola de Forma de Ulm, na qual Alexandre Wollner estudou.

Escola Superior da Forma de Ulm: Foi fundada por Inge Scholl, Otl Aicher, Max Bill, entre outros e durou até 1968. É considerada a mais significativa tentativa de se reestabelecer uma ligação com a tradição do design alemão. Foi sucessora da Bauhaus. A colaboração de grupos de alunos com as industrias começou por sensibilizar acerca do design, e a parte práctica do método de ensino da escola de ULM é a colaboração com a empresa BRAUN. No Brasil, a Escola de Ulm influenciou a ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial), fundada em 1963 por Alexandre Wollner.

Otl Aicher: Foi um dos maiores designers gráficos alemães do século XX, tendo sido responsável pelo desenho do logo da Lufthansa em 1969. Ficou muito conhecido por ter feito em 1972 um conjunto de pictogramas pra os jogos ollímpicos de Munique, criou a família tipográfica Rotis e foi um dos fundadores da Escola de Forma de Ulm.

Karl Gerstner: Fundou a agência de propaganda Gerstner + Kutter. Tinha a idéia de que tudo deveria ser único, porém
possuir complementos tornando assim o objeto arte, idéia que Wollner compartilha.

Albrecht Dürer: Pintor e matemático, suas teorias sobre perspectiva e geometria fizeram Wollner incluir esses dois elementos em seus designs.

Leonardo Fibonacci: Matemático italiano, Ficou conhecido pela descoberta da sequência de Fibonacci, uma modulação baseada no três, e pelo seu papel na introdução dos algarismos árabes na Europa. Wollner se utiliza da modulação para praticamente qualquer coisa.

Francesc Petit: Publicitário e pintor naturalizado brasileiro, fundou com José Zaragoza o estúdio Metro 3 e trabalhou com Wollner em vários projetos como a marca do Banco Itaú.